Caso o candidato Allyson Bezerra (União Brasil) vença as eleições ao Governo do Estado neste segundo turno, fica uma dúvida que tomará conta de todos os mandatários a partir de 1º de janeiro de 2027: ele vai continuar no "daltonismo de emendas" que se fez presente na sua gestão na Prefeitura de Mossoró ou vai frear a megalomania política e dar os devidos créditos a quem ajuda?
Quando passou pela Prefeitura de Mossoró, a gestão dele foi marcada pelo "eu fiz", "eu posso" ou "eu quero". Nada de "nós fizemos". E foi dessa maneira que o ex-deputado federal Beto Rosado foi negado pela Prefeitura de Mossoró, que a deputada estadual Isolda Dantas (PT) foi igualmente deletada, bem como o crédito deixado pela ex-prefeita Rosalba Ciarlini com relação à verba do FINISA.
Como o Governo do RN é um pouco (muito) diferente da PMM, fica justamente essa dúvida: como o ex-prefeito, caso seja governador, vai se comportar? Pelo histórico dele, quem ajudar o RN ficará, evidentemente, pagado de toda e qualquer publicidade institucional. Foi assim que ele fez em Mossoró e não se tem garantia alguma que não repetirá a tática. Afinal, só ele deve aparecer!
A bancada federal que logrou êxito nas urnas já está ciente desse perfil megalomaníaco do ex-prefeito de Mossoró.
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