quarta-feira, 7 de outubro de 2026

Ou o Brasil abre os olhos ou sentirá o chicote nas costas


Direitos e deveres em xeque. A campanha nacional mostra, claramente, em qual lado quem necessita de política pública deveria optar. O blog faz uso do futuro do pretérito do indicativo para direcionar o verbo em destaque para o campo da possibilidade (pode ser e pode não ser). Quem precisa de algum serviço público, seja saúde ou educação, era para estar de olho no plano de governo dos candidatos que passaram para o segundo turno.

De um lado, o chicote já foi apresentado, clara e inegavelmente (no campo da semiótica) e direciona à retomada do menosprezo, achincalhe e negação do outro. Algo que se viu durante o período da escravatura. Evidente que agora o chicote vai estalar nas costas de outras personagens: aposentados, estudantes, pobres, pensionistas e trabalhadores de maneira geral.

O blog diz isso porque está bem caracterizado, a partir de algumas falas, que o Brasil pode ter a ameaça concretizada. A partir do momento em que se faça sobre desvincular aposentadoria e pensão do reajuste do salário mínimo, isso implica dizer que aposentados e pensionistas não terão aumento. E tendem, por tabela, a passar por sufocos mais na frente. É um desrespeito a quem contribuiu com a história e economia do País.

Além disso, fala-se ainda em privatizar em torno de 90% dos equipamentos públicos. Se o SUS cair, pega de jeito o pobre e o rico. Sim, porque quem tem dinheiro para pagar plano de saúde e comprar seus medicamentos, necessita que os remédios sejam fiscalizados. E cabe justamente ao SUS essa tarefa. Não basta ter dinheiro: é preciso ter cérebro para pensar além do próprio umbigo.

Tem candidato que defende que o trabalhador possa elaborar sua própria carga horária de trabalho. Somente no mundo de Alice isso poderia acontecer. Trata-se de um engodo descarado para ludibriar quem já está cansado de ser explorado. E se o povo cair nesse conto do vigário, vai ser sofrer mais exploração.



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