terça-feira, 26 de outubro de 2021

PMM usa produtos de qualidade duvidosa em ações

A qualidade dos serviços feitos pela Prefeitura de Mossoró parece não ser o forte da atual administração. Pelo menos duas ações são altamente questionáveis, justamente pela durabilidade do material utilizado e também pelos transtornos que as supostas obras estão causando aos pedestres e motoristas. Quando o blog se refere a "supostas obras" é porque, cá para nós, nem de obra pode ser chamado. Trata-se de um remendo do remendo que está sendo feito. Até porque, se alguém realmente prestar atenção terá a clara certeza de que é apenas dinheiro jogado fora.

Que o diga, por exemplo, o serviço feito na rua Almino Afonso, centro da cidade, onde está localizada a Reitoria da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN). O asfalto é tão chinfrin, de tão baixa qualidade, que não suporta nem o peso de uma moto de pouca cilindrada, como se percebe claramente na foto.

Outra prova de que a qualidade do serviço não é nenhuma "Brastemp" se percebe no serviço que está sendo feito na rua de acesso ao hospital da Hapvida. Parece que é brincadeira, mas vira e mexe tem funcionários da Prefeitura de Mossoró trabalhando naquele setor, consertando algum suposto "mal feito". Como se fosse possível diante de material de qualidade muito duvidosa.




Além disso, houve retrocesso no uso de algumas peças, principalmente em cruzamento onde existe fluxo relacionado ao escoamento da água da chuva. Há mais de 10 anos que a segunda maior cidade do Rio Grande do Norte aboliu o que se chama de "mata burro", espécie de pontilha de ferro que é colocada no asfalto, indicando que ali está uma via ao escoamento. Como se percebe na foto, a atual gestão achou melhor o retorno do "mata burro" e isso tem gerado problemas a mais: vez por outra se precisa de pessoal para a devida manutenção.

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