De Aristóteles em diante é que a coisa fica difícil. Até porque ele, ao lado de Sócrates e Platão, faz parte da famosa tríade que compõe a Filosofia Clássica. Então, de alguma maneira ou de outra, e quer se queira ou não, tudo tenderia a voltar para um dos três.
Seja por meio da Maiêutica, do Idealismo ou Materialismo. Mas a vida seguiu e novas correntes filosóficas surgiram. E, com o andar do tempo, chegamos ao Helenismo ou Filosofia Helênica, marcando um novo momento e que começou no ano 336 a.C.
Aqui, e em um primeiro momento, temos a figura de Aristóteles impulsionando essa nova realidade e que é marcada pelo expansionismo da cultura grega e que culminou com o surgimento da Biblioteca de Alexandria.
Aqui a história se confunde com o aspecto filosófico, e vice-versa. A biblioteca foi fruto da ação de Alexandre Magno - Alexandre, o Grande.
No reinado de Alexandre houve expansão do reinado e o Egito foi anexado por Roma ao seu território. O que se sabe é que culturas foram conquistadas e deu-se, a partir desse avanço, a composição cultural chamada Biblioteca de Alexandria.
Alexandre saiu da Grécia, em expansão, incluindo Índia, Egito, Mesopotâmia e Pérsia. Com a morte dele, os seus generais assumiram o controle, criando os reinos helenísticos. Mas isso fica para a História.
É chamada de Helenismo a cultura desenvolvida pelos Helenos, com destaque para a pintura e a escultura, passando pela arquitetura.
O período da filosofia helenística é marcado por ideias baseadas no Estoicismo, Cinismo, Epicurismo e Ceticismo. O primeiro se volta para a razão, dever e virtude; já o segundo se direciona para uma vida simples e natural. O terceiro está centrado no prazer simples e na ataraxia (ânimo calmo), enquanto que o quarto contempla a suspensão de juízo. Algo que fica para o próximo post!
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