segunda-feira, 17 de agosto de 2026

O Simples faz o que deve ser feito

O básico, o correto, funciona na educação. Vejam o sucesso vivenciado pelo Colégio Simples, localizado em Mossoró. É um exemplo que foge do boom que persegue algumas escolas privadas e que apostam em tecnologia e não se atentam para o básico: ensinar.

A título de informação, o Simples segue a receita retomada pela Suécia, que aboliu tecnologia em sala de aula e investiu pesado no retorno ao livro didático. A tecnologia é útil, sem dúvida. Mas para um adolescente não é uma boa ferramenta. Celular, tablet, notebook e demais equipamentos, nas mãos de quem nao possui maturidade suficiente, se constituem em desvio de foco.

O Colégio Simples parece seguir essa vertente e segue na contramão de grande parte das escolas privadas de Mossoró. Essa política pedagógica foca no aluno e não nas tecnologias. Quando o discentes chegar ao ensino superior poderá migrar para os avanços tecnológicos, caso queira.

O problema da tecnologia em sala de aula é que apresenta facilidade ao alunado, que, óbvio, prefere o caminho mais fácil. Sem leitura, terá escrita pobre e, consequente, ficará de mediano pra baixo.

É preciso seguir as diretrizes educacionais e levar em consideração que aluno precisa ler, praticar, escrever. A lei 15.100/2025 é bem clara: tecnologia em sala de aula somente para e com fins pedagógicos. Preferível usar livro, caderno e lápis. Ainda fazem a diferença.

Nenhum comentário: