Em tempos de uso e abuso das redes sociais por quem é mandatário ou quem busca seu lugar só sol na política, o marketing tem sido crucial para a entrega de metas e uma suposta consolidação de determinado nome. Contudo, os apressados tendem a ser fisgados pela liquidez das coisas.
E explica-se: em um mundo marcado pela imediatez de tudo existe sérias possibilidades de algo começar supostamente bem e terminar mal das pernas. Eleição não pode ser vista como um mero produto. Muito menos candidato.
Por sinal, candidato que preza pela seriedade de um trabalho político sério jamais permitiria que seu nome fosse exposto como produto. E se está sendo, como na verdade acontece por estas bandas, algo de muito errado acontece.
Primeiro porque um produto pode ser substituído por outro de melhor qualidade num piscar de olhos. E tem gente que não se atenta para tal situação.
O blog lembra o que foi dito por algum filósofo sobre essencial e contingente. Dessa forma, é contingencial que tenhamos pré-candidatos burlando o calendário eleitoral. Mas não é contingente que seja feito.
O aspecto contingencial está dentro das possibilidades e o lado essencial, como o nome já diz o que é, se volta para algo próprio de acontecer. Assim, quem infringe normas antes mesmo do processo eleitoral começar já diz ao que veio.
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