sábado, 7 de fevereiro de 2026

Um futuro nada bom para o RN

O futuro, se não for bem definido, planejado, apenas vai repetir falhas, erros, do passado. Não à toa esta constatação ganhou notoriedade na música de Cazuza. E o cenário que se desenha pelas terras potiguares é desanimador, conforme mostram algumas pesquisas. Pobre do Rio Grande do Norte... Sem sorte, pois terá seu futuro como repeteco do que se percebe em Mossoró.

O repeteco começa pela união política que está envolta no "novo" que as apresenta como futuro do RN. A começar pelo MDB, que passou sete anos na mamata governamental e agora percebeu o erro da gestão estadual. Mais evidente possível: é um partido que tem a conveniência de olhar para o próprio umbigo. O futuro, do o seu. Ao povo, marasmo.

Outro aspecto é para o entorno das outras legendas partidárias que foram e são convenientes coma permanência das desigualdades de uma nação. O objetivo é um só: lascar ainda mais quem já amarga séculos de negação. Falar em futuro é piada.

Em um passado recente o RN acompanhou e viveu o marasmo administrativo, liderado por quem hoje está no rascunho político que vislumbra ao eleitor o futuro... De atraso salarial...

Por fim, Mossoró já tem o seu quinhão de exemplo a mostrar. Futuro de negação de direitos, de informações desencontradas e truncadas e uma vida administrativa do Mundo de Alice.

Futuro bem promissor para o Rio Grande do Norte. Se for desse modelo, Mossoró já conhece. O novo que pode ser para muitos do RN, para a maioria que vivência o drama da negação de direitos em Mossoró não é novidade alguma. Votos considerados excedentes em alguma eleição não significa supremacia política de ninguém. Apenas mostra, claramente, que os adversários não souberam se apresentar ao eleitor.


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