segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Uma mentirinha só pode fazer verão

A campanha eleitoral deste ano, no Rio Grande do Norte, está baseada em falsas verdades. O governador Robinson Faria (PSD), por exemplo, acredita piamente que os eleitores vão dar bola para o que ele diz sobre a folha de pagamento dos servidores. Será que Robinson colocou o pagamento em dia? Se colocou, para onde foi parar o 13º salário ainda do ano passado? Se ele vai sanear Natal 100%, como a capital poderá crescer?

O fato de Robinson dizer que não quis demitir servidores concursados e comissionados para deixar as finanças equilibradas, ao ver do blog, é mais uma falácia. Obviamente que ele não fez isso porque não cabia. Como é que pode haver recordes consecutivos na arrecadação e o Estado permanecer quebrado? Como é que pode Robinson dizer que é culpa de governos passados e passou quatro anos sem fazer absolutamente nada, deixando apenas a maré seguir sem interferência?

O candidato Carlos Eduardo Alves (PDT) é outro que recorre à falácia para se dar bem politicamente. Quem garante que ele é o mais preparado? Fosse, teria concluído sua gestão na Prefeitura de Natal. O blog pensa que isso tem outro nome, menos preparo. Fosse o mais preparado, será que Natal estava cheia de problemas? Quem anda na periferia da capital percebe claramente que Carlos Eduardo fez o que todos fazem: apenas maquiou realidades. Mas entre fazer e remendar existe diferença enorme. Não creia em quem diz ser tudo, mas tudo é o que menos é.

Já a candidata Fátima Bezerra (PT) acha que o eleitor é idiota para acreditar que os famosos encontros temáticos serviram para ela robustecer o plano de governo registrado na Justiça Eleitoral. Se foi, por quais motivos consta o nome do Piauí diversas vezes no documento? Será que Fátima não tem equipe capaz de eleger um documento e precisa recorrer ao plágio? Se for verdade, tomando como base o plágio, o Rio Grande do Norte, efetivamente, terá uma administração que desenvolverá algo que não lhe cabe. Até porque RN e Piauí são diferentes. Possuem problemas diferentes. Mas que podem ter administração igual. Estranho isso!

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