quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Kadu Ciarlini mostra que não está à sombra da mãe

Interessante ver que, em meio às porcarias que surgem na política, algo diferente aparece. Sim, diferente. É possível. E ainda mais quando esse alguém tinha tudo para ser apenas mais um no mercado por ser filho de quem é. O blog assistiu ao debate entre os candidatos a vice-governador do Rio Grande do Norte e chegou à conclusão de que Mossoró realmente está bem representada. Em suma, o novo começa a despontar e tudo leva a crer que Kadu Ciarlini (PP), companheiro de chapa do candidato Carlos Eduardo Alves (PDT), deixou bem claro que tem ideia própria e que não está à sombra da mãe, prefeita Rosalba Ciarlini (PP).

E isso é extremamente importante de se dizer. É que o cenário político, de maneira geral, está repleto de políticos que apenas usam a imagem de alguém para se sobressair e, do nada, esquecem quem lhes deu a mão. O que o blog quer dizer com isso? Simples: caso a chapa da qual Kadu Ciarlini faz parte vença a disputa ao Governo do Estado, Mossoró não terá do que se envergonhar. Pelo contrário: terá um representante que sabe o que quer e, por consequência, surge como alguém que pode estar inserido no contexto da política local/estadual sem a menor dificuldade.

Em pouco pouco mais de 30 dias, Kadu Ciarlini superou os próprios medos. E estes eram bem evidentes. Afinal, ser comparado com a mãe, uma prefeita e ex-governadora e ex-senadora, além do pai, ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado, não seria fácil nem inevitável. Mas o que surgiu foi o contrário e veio alguém que externa preparo para discutir temas importantes e sérios para o contexto social, econômico e político.

O debate entre os candidatos a vice-governador evidenciou que é possível, em um futuro não tão distante, termos discussão envolvendo ideias e projetos. Que não sejam centrados em ataques pessoais, os quais não levam a canto algum e apenas fazem continuar uma rivalidade que é danosa ao processo democrático em si. Uma eleição é o ápice da democracia e, portanto, os debates devem ser igualmente democráticos e positivos.

Em suma, é bom saber que existem jovens interessados na política e que se apresentam como opções viáveis para o futuro. Que outros jovens sigam o exemplo de Kadu Ciarlini e assumam seus lugares. Afinal, é preciso haver oxigenação. Não que os antigos não sirvam mais. É que está na hora de haver mudança. E se a mudança é necessária, que seja em todos os setores.

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