quinta-feira, 19 de julho de 2018

Kadu como vice: apenas deu a lógica

A eleição deste ano já está resultando em tretas. E das brabas, como se diz por aí. Uns dizem que a união dos Rosado, Maia e Alves é apenas um meio de sobrevivência dos grupos. Outros falam em mais do mesmo. Como se fosse possível ter mais de outra coisa. E é assim desde sempre. O PT, por exemplo, apresentou mais do mesmo até que cansou. E na vez em que resolveu buscar o "diferente" para apresentar ao eleitor algo "novo", o resultado não foi dos melhores.

O que fazer diante da "insatisfação" dos que criticam a chapa Carlos Eduardo\Kadu Ciarlini? A resposta parece ser óbvia: candidatem-se e se apresentem como opções ao eleitorado potiguar. O mesmo vale para quem critica a senadora Fátima Bezerra (PT) ou o governador Robinson Faria (PSD). O que não se concebe é uma ladainha ad infinitum apenas para marcar tabela e parecer, aos olhos dos outros, que não concorda com a mesmice de sempre. Quando, na verdade, está fazendo a mesmíssima coisa.

É bem verdade que a prefeita Rosalba Ciarlini (PP) não iria perder a oportunidade de indicar o filho para compor chapa com o ex-prefeito natalense Carlos Eduardo Alves. Ela iria bem deixar a oportunidade de ter o filho vice-governador a indicar outra pessoa... Quem pensa assim está apenas no sonho eterno de Alice, no País das Maravilhas. Trata-se de sobrevivência política. Nada mais que isso.

É o mesmo que faz o PC do B, para indicar o companheiro de chapa da senadora petista Fátima Bezerra. É ou questão de sobrevivência política?

O mesmo tende a fazer o grupo da vereadora Sandra Rosado (PSDB). O partido dela está apoiando a reeleição do governador Robinson Faria. Fala-se que o MDB estaria trabalhando para que o grupo dela apoie Carlos Eduardo. Sandra sabe perfeitamente que a sua decisão passará, necessariamente, pela sobrevida política de seu grupo. 

Portanto, nada de mais se anunciou. Apenas se cumpriu o script de antes. Deu a lógica. nada mais que isso.

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