terça-feira, 30 de abril de 2019

Se não gostou, faz o sinal de arma e metralha, bebê!

Quando um País focaliza na interferência do que o cidadão faz em sua vida privada, definitivamente está fadado ao caos. É o caso do Brasil. Temos um presidente que está mais interessado em trabalhar para que a Nação siga o pressuposto da heteronormatividade que deixa de fazer o óbvio, que é governar. Temos crise em tudo que é canto. E, por último, por ser o primeiro, a da educação.

A educação, neste governo, está uma bagunça. É todo mundo dando palpite. Uma hora fala-se que os pais podem educar seus filhos em casa. Noutra, que o aluno pode gravar seus professores em sala de aula. E também se diz sobre o fim do ensino superior de Filosofia e Sociologia. Mais recente, o corte de verba em universidades federais que abrem espaço para o debate político.

Ora, o próprio viver, em si, é político. Não dá para imaginar uma sociedade que seja pautada pela lua. E se for, o Brasil volta à Mitologia com gosto de gás.

O que terá gente matando, roubando, se drogando, desviando recursos públicos e fazendo o que bem entender com a desculpa de que Deus permitiu. Em outras palavras, as leis definidas antes não valem nada agora.

O Brasil retrocede com gosto.

E se não gostou, faz o sinal de arma e metralha, bebê!


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