terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Todos são candidatos

Al rigth. Tudo certo. Tudo definido. Pelo menos no Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Todas as demandas judiciais eleitorais que tramitavam na Corte Eleitoral potiguar foram apreciadas. E, como se esperava, a prefeita afastada Cláudia Regina (DEM) perdeu em todas. O blog disse, ainda no ano passado, que alguém iria sair queimado com essa história toda. E, ao que se apresenta a roupagem final do enredo, será o eleitor. É que novas eleições foram marcadas para o dia 4 de maio. O eleitor mossoroense cumpre, atualmente, a imposição relacionada à revisão biométrica. Em maio, outra imposição: eleger novo prefeito.

Mas, apesar da data marcada, tudo ainda depende do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Demandas que saíram do Rio Grande do Norte aguardam a posição dos ministros. A final. O chamado julgamento dos méritos. Até lá, tudo pode acontecer. Inclusive as novas eleições. Resta saber se a assessoria jurídica da prefeita afastada entrará com recurso no TSE para que novo pleito não aconteça. É esperar.

E, nesse compasso de espera, chapas que haviam sido pensadas, são aceleradas. O PSD do prefeito interino Silveira Júnior se vê com duas opções para fechar a chapa: PT e PMDB. Ocorre que o PMDB está de namorico político, a nível de Estado, com o PSB. Daí não se saber se a composição que se chegou a ventilar será concretizada: Silveira na cabeça com o presidente da Câmara Municipal, vereador Alex Moacir (PMDB), como vice. Pode ocorrer também do PMDB encasquetar e projetar candidatura própria.

No DEM, falou-se na ex-vereadora Arlene Souza e a secretária estadual de Infraestrutura, Kátia Pinto, não necessariamente nessa ordem, à disputa pela Prefeitura de Mossoró. O blog até poderia concordar, mas um fator tem que ser levado em consideração: Cláudia Regina. O blog entende que ela, principal afetada com o desfecho (inconcluso) político/judicial/eleitoral, será peça fundamental e, portanto, deverá ter peso na hora de se pensar em chapas. Até porque Cláudia pode ser a própria cabeça da chapa. Entraria com uma liminar e iria à disputa até que o TSE julgasse os processos.

O mesmo ocorre com a deputada estadual Larissa Rosado (PSB). Apesar de sua assessoria jurídica afirmar e "jurar de pé junto" que ela está elegível, a situação não é bem assim. O que continua valendo é a decisão do Tribunal Regional Eleitoral, que suspendeu os direitos políticos dela por oito anos. Assim como Cláudia Regina. Larissa também irá à disputa com base em liminar.

O resto... Ah, o resto é pura especulação. Até esta postagem. Afinal, nada está, definitivamente, decidido.

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