sexta-feira, 1 de junho de 2012

Josivan 'desdiz' todas as afirmações e cai em descrédito

Quando o senso comum diz que palavra de político não pode ser levada a sério, alguns questionam a veracidade dessa afirmação. Contudo, levando em consideração os últimos acontecimentos da política mossoroense, percebe-se claramente que o dito popular se encaixa perfeitamente no cenário atual. Tendo como base o agora ex-reitor da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA), professor Josivan Barbosa de Menezes (PT), vê-se que tudo não passa de balela. Apenas palavras ditas para aparecer na mídia e ser destaque na imprensa por onze meses. Tudo estratégia. Quiçá, sob a batuta do sandrismo.

Josivan passou 11 meses se apresentando como alternativa da oposição à Prefeitura de Mossoró. Ao longo desse período, fez duras críticas ao grupo liderado pela deputada federal Sandra Rosado (PSB) e chegou ao ápice ao afirmar que "Sandra não se entendia nem com a filha, quanto mais com outras lideranças." Estratégia? Jogo de cena? Sabe-se lá o que era, mas tudo o que foi dito confirma a tese popular: palavra de político não vale nada.

Depois que a executiva nacional baixou resolução e aplicou o golpe no PT mossoroense, vetando a candidatura própria, Barbosa vociferou ferozmente que não aceitaria a composição PT/PSB e que não seria o candidato a vice-prefeito. Para ele, plano B não existiria. Tampouco iria renunciar ao cargo de reitor da Ufersa.

Tudo o que ele afirmou foi em vão e suas realizações foram totalmente contrárias ao que tinha dito. Ele não só negociou ser o vice de Larissa Rosado como renunciou ao cargo.

Agora, quem acreditará na palavra do ex-reitor? O que quer que ele possa dizer na campanha ficará em descrédito. Perdeu a importância de ser um político que comandou instituição grande à sociedade, que é uma Universidade. Ficou como os demais e caiu no lugar comum.

O que o ex-reitor disser contra a pré-candidata governista não pode ser levado em consideração, pois ele disse o que quis com Sandra Rosado e com a pré-candidata do PSB, Larissa Rosado, e agora tem que passar a imagem de que são amiguinhos desde a infância. 

Em outras palavras: um vice que não passaria credibilidade ao partido e aos eleitores. Palavra é forte. Fica no registro da história. E quando é "desdita" por quem a externou, isso se complica ainda mais.

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