segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

Allyson destrói decreto de calamidade ao anunciar calendário de pagamento


A cada anúncio que o prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade) faz vem a certeza de que o decreto de calamidade financeira e administrativa teve apenas um objetivo: atingir a gestora que o antecedeu. Nada mais que isso. Se a Prefeitura de Mossoró realmente estivesse em calamidade financeira, como é que o prefeito iria apresentar calendário de pagamento? E se apresentou, e se existe complicação financeira, como vai pagar? Será que o prefeito apresentou o calendário para apenas “amansar” o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (Sindiserpum)?

Allyson Bezerra fez esse anúncio, obviamente, em decorrência de reunião que teve com a diretoria do Sindiserpum. E a sua decisão, mais uma vez, reforça o que se bate: contradiz o discurso de que teria herdado “terra arrasada”. E mostra, claramente, de que o decreto de calamidade financeira foi feito indevidamente.

Que calamidade é essa em que há plenas condições de pagar todos os salários? O anúncio de Allyson contradiz sua fala anterior. Parece repetitivo falar isso. E realmente é. Mas o prefeito ainda não compreendeu que existe essa contradição e talvez seja preciso escrever em um quadro, em letras garrafais, para que haja assimilação.

Não houve corte agudo de despesas na gestão de Allyson Bezerra. A nomeação de cargos comissionados foi mais rápida e bem maior agora, comparando com igual período no começo da administração Rosalba Ciarlini. Como pode haver problema? O decreto só pode ter assinado de forma política. Talvez para fazer propaganda negativa da gestão anterior ou evitar licitação...

O pagamento dos servidores já estava normal antes. O fato de Rosalba Ciarlini ter pago o salário de dezembro e 13 salário a 90% dos servidores em ano de pandemia, isso por si, já é uma vitória, Saliente-se que em 2020 o comércio fechou por dois meses e houve queda na arrecadação. Algo que não acontece agora.

O Governo do Estado fechou 2020 com o 13 salário em atraso. A Prefeitura de Natal virou o ano sem pagar dezembro e o 13 salário. E a capital é tida como local onde a administração é excelente. E o que Rosalba Ciarlini fez, reputa-se, foi uma grande vitória, de pagar 12 meses e o décimo 90% dos servidores.

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