segunda-feira, 2 de novembro de 2020

Quando a estratégia é uma furada

 Em algumas cidades do interior do Rio Grande do Norte uma velha tática vem sendo praticada para fazer com que o eleitor que ainda está indeciso possa optar por um nome: alguns candidatos que não caíram no gosto popular estão, digamos assim, em conluio com outros para que haja "ajuda" mútua em seus comícios para, juntos, derrotarem aquele ou aquela que ameaça seus projetos. O que é algo que, cá para nós, não faz sentido algum. Assim como não faz sentido trabalhar pesquisas e expor números que não refletem a realidade dos fatos.

O olhar mais atento do eleitor perceberá que, por exemplo, quem se ajuda mutuamente, indo uns para comício de outros, alguém vai perder. Óbvio que alguém está se enganando. E também é óbvio que ambos podem perder para aquele ou aquela que é o alvo dos dois.

Tal realidade ocorre, por exemplo, em Grossos. Lá, o candidato denominado "Jacaré" e a candidata da "Liga da Justiça", ao que tudo indica, estão nessa parceria. Quando um não tem movimentação política no mesmo dia da candidata "abelha", o "Jacaré" e a candidata da "Liga da Justiça" se unem, com suas militâncias, para mostrar ao eleitor que acompanha de suas calçadas, para mostrar força e muita gente.

E também, além desse aspecto, utilizam outra velha estratégia para avolumar suas movimentações: levam gente de fora. 

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