quarta-feira, 17 de abril de 2019

A estatística pode ser direcionada para a finalidade que se quer

Com todo respeito às pesquisas, mas não será possível, neste momento, auferir nenhuma potencialidade, positiva ou negativa, visando as eleições de 2020. Afirmar que político A ou B tem esse ou aquele percentual de aceitação ou reprovação, ao ver do blog, é o mesmo que afirmar que existe definição do eleitorado sobre nomes. Que é algo que inexiste. Se não existe candidato, como pesquisa pode apontar algum caminho?

O cenário de 2019 é de pré-eleição. De modo que nomes ainda serão postos. E nenhum foi apresentado. Nem o da prefeita Rosalba Ciarlini (PP). O que se tem ainda está no campo especulativo. Todo mundo está esperando todo mundo. Olhe o PT, por exemplo, que deveria estar "por cima da carne seca", está bem caladinho. O Partido dos Trabalhadores é quem deveria estar ditando as regras do jogo. E porque não o faz? a resposta é simples: não é o momento.

E se não é o momento, pesquisas que podem ser colocadas agora devem ter um objetivo muito claro e específico: atanazar a vida (política) dos que estão no comando do Executivo. Principalmente os que podem tentar a reeleição. Pesquisas são indicativos, leituras momentâneas que não refletem, necessariamente, o quadro real e coletivo.

Números são apresentados como se fossem reais. Ora, tudo reflete a imagem que se quer ver. De modo que até a estatística pode ser direcionada para a finalidade que se quer. Pesquisas podem, perfeitamente, ser moldadas para atender determinado interesse. E, ao ver do blog, trabalhar dessa maneira para tentar impor uma "verdade" para o eleitorado é, sem dúvida, antiético. 

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