quinta-feira, 1 de maio de 2014

Engodo e mais engodo

E, como se diz por aí, chega um momento em que todos devem assumir posições. Até mesmo o que se dizem não ter lado algum acabam externando algum: o de não querer ficar perto de ninguém. E é assim também na política. Diante do quadro vivenciado em Mossoró, de cinco candidatos (dos quais um depende do aval do TSE para ser validado) disputando uma Prefeitura, é natural que a sociedade faça a sua opção.

Do mesmo jeito que partidos políticos escolhem seus candidatos, o eleitor também tem total direito de fazer o mesmo. Mas muitos insistem em utilizar mecanismos ultrapassados para obter o voto e tentam, a todo custo, passar realidade que não existe.

Tudo isso por conta de projeto pessoal/político que visa somente benefício de poucos. A chamada oligarquia. É o caso de alguns partidos que se uniram pensando em algo tido, a priori, como macro. Mas não para a maioria. Pensam em outubro. Pensam no Governo do Estado e no Senado Federal. Idealizam vantagem que pode ser tirada a partir da eleição suplementar que ocorre em Mossoró.

É difícil imaginar que ainda existam políticos que pensam assim. De mente tão ultrapassada e que não pensam nas consequências de tal plano. Algo que remete aos tempos áureos do coronelismo. Sinceramente, não se engole tal engodo.


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