quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Auditoria e ponto eletrônico: prenúncio de muita zoada

Muitas emoções devem marcar o início do funcionamento de pontos eletrônicos nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) de Mossoró. Paralelamente, a auditoria na folha de pessoal também deve corroborar a gritaria que virá das UBS. O blog se refere, obviamente, a quem é sefvidor público efetivo para o cumprimento de jornada semanal de 40h e o saldo fica bem inferior.

Não precisa ser expert em auditoria ou 'bam, bam, bam' em administração pública para saber que existe discrepância enorme entre a jornada de trabalho estipulada com a que é cumprida.

E o blog adianta de onde virá o "arranca-rabo": dos médicos. Caso a secretária municipal de Saúde queira constatar tal informação, basta circular por algumas UBS para saber de tal quadro. Especificamente nas localizadas em bairros periféricos.

São médicos concursados que deveriam cumprir 40 horas/semana, mas não cumprem a jornada. Não são todos, obviamente. E o blog não seria leviano para generalizar. Mas o que se diz aqui é uma espécie de praxe, já que o cidadão que depende do serviço público se vê obrigado a esperar dias para ser atendido em algumas Unidades Básicas de Saúde em virtude da não-ida de médicos, que se dividem entre as UBS e outros locais de trabalho, público ou privado.

A auditoria, se conseguir captar tais detalhes, causará furdunço grande. Aliado ao fator do ponto eletrônico, a zoada certamente será igualmente grande.

Resta saber como o prefeito em exercício Francisco José Silveira Júnior (PSD) se comportará diante de tal situação. Sim, pois se houver pressão nos médicos, a ideia que se tem é que alguns podem fazer birra e pedir exoneração. Pior, então, será para o cidadão.

O certo é que o abacaxi está pronto. Se o prefeito vai ter coragem de descascá-lo, isso não se sabe. O jeito é esperar.

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