terça-feira, 7 de agosto de 2012

Apenas a opinião do blog

E-mail de leitor anônimo questiona números de pesquisas divulgadas na segunda-feira e nesta terça-feira. Como o assunto é pertinente, o blog vai tecer pequeno comentário, mas avisa que a participação do leitor neste espaço é aberto. Só não se aceita comentários anônimos. É como se faltasse coragem para externar opinião e se escondesse no anonimato para expressar suas ideias. Isso não é correto. Mas vamos lá!

As duas pesquisas divulgadas - a primeira pela TCM e a segunda, pelo blog do jornalista Carlos Santos - apresentam números totalmente diferentes. E nem poderia ser o contrário. São dois institutos distintos que pesquisaram locais também diferentes. Daí essa espécie de "salada numérica" que causa estranheza.

Na visão do blog, não existe candidata ou candidato que lidere a corrida sucessória mossoroense. Claro que as duas candidatas com maior visibilidade política estão na frente. E são elas que devem traçar o resultado que se terá em 7 de outubro.

Diante disso, aqui, ali e acolá se terá divergência numérica. É totalmente inverídica a tese de que as duas liderariam em um mesmo bairro ou localidade rural. Uma ou outra, lógico, vai estar na frente, mas isso não quer dizer que haja essa liderança toda.

É claro e lógico que a candidata Larissa Rosado deve estar em pontuação mais confortável que sua adversária mais direta, a também candidata Cláudia Regina. Larissa partiu na frente e teve o nome definido bem antes da pré-campanha e teve tempo para trabalhar alianças e apoios. Mas isso também não quer dizer que ela seja favorita.

O leque de partidos que segue com a candidata do PSB possui pouca expressão política e, consequentemente, reduzido potencial eleitoral. Exceto os maiores, como o PSB, PT, PDT e outros poucos. Mas dizer que a adesão desses partidos significa migração de votos dos seus filiados, aí é outra história. O mesmo se volta à candidata Cláudia Regina.

A conquista do eleitor deve ser mérito das candidatas. Quem conseguir obter melhor resultado, aí sim, estará liderando a corrida ao Palácio da Resistência.

Frases de efeitos, declarações de apoio ou de reprovação contra os adversários são comuns neste período. E a candidata que melhor souber usar esses instrumentos da própria campanha, sem calúnia, agressão ou difamação, certamente tende a se fortalecer. É o que o blog pensa.

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