segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Convênios cancelados provocam problemas

Quem apostou suas fichas na reeleição do então governador Iberê Ferreira de Souza (PSB), nas eleições do ano passado, ainda amarga prejuízo. Que o diga prefeitos que seguiram a orientação da ex-governadora Wilma de Faria (PSB) e que também foi derrotada ao Senado. Os tais convênios, firmados pouco antes do processo eleitoral, não seguiram um cronograma específico de começo, meio e fim. Foram iniciados e interrompidos bruscamente, gerando transtornos e problemas aos prefeitos.

Dia desses o blog chegou a comentar o caso de Grossos, que está com obras paradas. Na manhã desta segunda-feira o titular deste espaço conversou com o prefeito Veronilde Caetano (PSB). Ele afirmou que os convênios foram cancelados. Realmente é uma lástima para o município grossense. Como essa explicação não chega ao popular, quem paga as contas é quem está mais perto. E sobra para os prefeitos.

No caso de Grossos, foram cancelados convênios para a duplicação da entrada da cidade, algo em torno de R$ 300 mil, e serviço de drenagem na Avenida Coronel Solon, no Centro da cidade, sendo este pouco mais de R$ 100 mil.

Mas não é só Grossos que enfrenta problemas desse tipo. Vários outros municípios do Rio Grande do Norte foram penalizados pela megalomania política. Resta saber como ficará essa situação. O Governo do estado irá retomar tais convênios? Como ficam obras iniciadas? São dúvidas que já servem de pauta à área jurídica do governo Rosalba Ciarlini.

Em recente contato com o blog, a secretária estadual de Infraestrutura, engenheira Kátia Pinto, afirmou que são 220 convênios feitos pelo governo antes da eleição e que foram suspensos em novembro do ano passado, tão logo depois do resultado da eleição, cujos números mostraram rejeição considerável ao projeto de reeleição de Iberê.

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