sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

PMM e UERN formalizam parceria para Hospital Maternidade


A Prefeitura de Mossoró e a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) formalizarão parceria para a construção de uma maternidade universitária pública no Município.

Os termos do acordo foram discutidos pela prefeita Fafá Rosado e o reitor da UERN, Milton Marques de Medeiros, em audiência realizada nesta quinta-feira (2/12), no Palácio da Resistência, sede do Governo Municipal.

Na audiência, que contou com a presença do secretário da Cidadania, Francisco Carlos, e da gerente da Saúde, Jaqueline Amaral, o reitor Milton Marques acatou a proposta feita por Fafá Rosado para que a equipe técnica da prefeitura elabore o projeto da maternidade, para agilizar a liberação das verbas federais assegurados em em enda coletiva de bancada, no valor de R$ 60 milhões.

A emenda foi assegurada pela bancada, após articulação da prefeita Fafá Rosado junto à bancada federal. A prefeitura e a UERN vão firmar um acordo de cooperação, a ser celebrado ainda este ano, formalizando a parceria entre as duas instituições. Ficou acertado também entre as partes que caberá à prefeita coordenar a articulação política para levar o projeto a Brasília e liberar os recursos.

O reitor Milton Marques chegou a sugerir um terreno para locaização da maternidade, ao lado da Faculdade de Ciências da Saúde, mas deixou a critério a prefeitura a escolha da área. Para Milton Marques, além de servir à população, a maternidade será de grande valia para os estudantes de Medicina, pois servi rá como hospital residência para os estudantes que concluírem seus estudos.

Para justificar a importância da hospital maternidade, Milton Marques informou que, atualmente, acadêmicos de Medicina da UERN em Mossoró, estão fazendo a parte prática de obstetrícia e ginecologia no Hospital Universitário Onofre Lopes, em Natal. “Daí a importância desse projeto encampado por Fafá. Estamos à disposição da prefeita para viabilizar o projeto”, reconheceu Milton Marques.“Não importa quem ficará à frente do projeto, se é a UERN, o Estado ou a Prefeitura. O que importa é que a Universidade não criará qualquer dificuldade para que o hospital venha para Mossoró. A prefeitura pode muito bem ser timoneira nesse projeto”, afirmou Milton Marques.

No encontro com o reitor Milton Marques, a prefeita Fafá Rosado que a proposta da bancada federal de tornar o hospital em universitário veio atender a uma série de necessidades do município e da própria Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN). “Ao mesmo tempo, o hospital vai atender à demanda por uma maternidade pública e incentivará a formação de novos profissionais na área de pediatria, cada vez mais escassos no Brasil”, elogiou Fafá.

Segundo Fafá Rosado, a ideia é dotar a maternidade pública de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) pediátrica e neonatal (destinada a recém-nascidos. Para ela, a falta de uma maternidade pública e das UTIs traz problemas sérios à saúde dos mossoroenses e das pessoas que são atendidas no município.

A prefeita lembra que são realizados mensalm ente cerca de 600 partos, o que demonstra a necessidade do município contar com esse tipo de atendimento.Por fim, a prefeita Fafá Rosado lembrou ao reitor Milton Marques, a sua jornada política, em Brasília, para viabilizar o recursos para hospital.

“Passei uma semana inteira em Brasília, batendo de porta em porta da nossa bancada federal, buscando o apoio para que Mossoró conseguisse recursos para a construção dessa obra que é sem dúvida alguma um legado que deixaremos para as próximas gerações”, lembrou.


Fonte: Gerência de Comunicação da PMM

Um comentário:

Anônimo disse...

Caro Edilson, gostaria que me explicasse umas coisas que não consigo entender nesse episódio. Sou morador dessa cidade a 45 anos residindo no Santa Delmira, formado em Contabilidade e acompanho de perto o que vem acontecendo, vejo que há uma celeuma sobre o projeto enviado pela prefeita à Câmara, mas sinceramente não consigo entender, se você mesmo noticia no seu blog que a verba para a construção do hospital vem do governo federal e ainda não foi aprovada significa ao meu ver que não existe receita que justifique a despesa criada, ainda não consigo entender o porque desse projeto; pois até onde sei, uma vez aprovada a verba federal como a UERN é do estado acho que esse é quem tem competência para gerenciá-la, mais ainda mesmo que a prefeitura gerencie essa verba o que impede seguir o tramite legal das coisas? esperar a aprovação e só depois enviar o pedido de suplementação a Câmara que é quem pode autorizar, bem se puder clarear essas dúvidas agradeço bastante.